A RR Balões é uma empresa especializada em balonismo, voo turístico, voo promocional, infláveis e propagandas em eventos com balões em geral.
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Toda historia do balonismo no mundo.


Invenção do Balão


A descoberta dos famosos desenhos no planalto de Nazca e um vaso de barro com desenho de um balão exposto no Museu de Lima, levam a crer que o primeiro balão de ar quente pode ter sido construído a mais de 2.000 anos, pelos índios Nazca. A imagem gravada poderia simplesmente significar a fantasia de algum artista, se não fosse a existência, nos platôs dos Andes peruanos, de vários desenhos feitos com pedra, sinalizações semelhantes às usadas em pistas de pouso, e grafismos que só são perceptíveis se vistos de cima, por alguém que esteteja voando. Que motivo teria uma civilização para empreender complexas obras de engenharia sem aprente utilidade e sem possibilidade de serem vistas por eles mesmos?

 

 


Desenho de um balão exposto no Museu de Lima


Erik von Daniken, autor do célebre livro "Eram os Deuses Astronautas?", apostava na ufologia e creditava aquelas obras às civilizações extra terrestres. Contudo, em 1975, um grupo da international Explorers Society, conseguiu construir o Condor I, baseado no desenho impresso no vaso guardado no museu de Lima, um balão feito apenas com produtos existentes e técnicas conhecidas na época. O balão foi impermeabilizado com fumaça e chegou a voar mais de 100m de altura com dois tripulantes e depois quase 600m sem tripulantes. Deste modo, lançou-se uma hipótese: talvez, ao invés dos deuses, eram os Nazca astronautas, pois tudo faz crer que os índios Nazca foram os primeiros a contruírem um balão de ar quente.

Porém, em se tratando de um tempo menos remoto, o princípio do vôo em um balão parece ter nascido de um texto do escritor francês Cyrano de Bergerac, datado de 1657: "O orvalho é aprisionado pelo sol; se fosse aprisionado num balão de vidro, levitaria alguém preso a ele". Nesta suposição, o ficcionista idealizava o princípio de aprisionar um gás com menor densidade atmosférica e esperar que ele flutuasse no ar levando consigo a cápsula na qual estivesse contido. Com os estudos de Galileu Galilei, foi provado que o ar tinha um peso determinado e que a idéia de um gás mais leve tinha sentido.

E foi de um brasileiro a primeira tentativa de voar. Em 1709 o Padre Bartolomeu de Gusmão apresentou seu engenho, denominado de Passarola, à Corte do rei D. João V. Na primeira tentativa, o balão incendiou-se no Palácio Real, gerando verdadeiro pânico. Na segunda, o balão conseguira subir quatro metros, quando foi destruído por dois guardas, receosos que o padre voador provocasse outro acidente. Acusado de feitiçaria, o infeliz inventor foi perseguido e a experiência ignorada.

Entretanto, o verdadeiro nascimento do balonismo ocorreu quando os irmãos franceses Etiene e Joseph Montgofier, fabricantes de papel, procuravam novas aplicações para o seu produto. Iniciaram, então a construção de uma balão, cujo o primeiro teste, realizado em 05 de junho de 1783, foi permitido pelo rei desde que os primeiros passageiros fossem um carneiro, um galo e um gato, afim de evitar risco humanos. O sucesso do teste motivou a autorização real para a realização de outro vôo, tendo como tripulantes o físico Jean François Pilâtre de Rozier e o capitão do Exército Marques François Dárlandes. No dia 21 de novembro de 1783, com a presença do rei Luiz XVI e da rainha Maria Antonieta, cerca de 400.000 pessoas, a quase totalidade da população de Paris na época, se reuniram no "Bois de Boulogne", em torno de uma grande fogueira de palha e lã que iria inflar o balão. A multidão extasiada acompanhou, durante 25 minutos, os dois primeiros homens voadores da história.
Poucos dias depois, em 1.º de dezembro de 1783, o francês J.A. Charles realizava o primeiro vôo livre na Charliére, um balão impulsionado por um gás recentemente descoberto, sete vezes mais leve que o ar - o hidrogênio.

Com o Professor Robert como passageiro, saindo do Jardim da , o Balão voou mais de 40 km por duas horas e meia, atingindo uma altura de 270m. Após o desembarque de seu passageiro, J.A. Charles ainda conseguiu elevar-se à altura de 2.700m. Desse modo, embora apresentando alto risco por ser um gás altamente inflamável, o hidrogênio continuou sendo usado durante mais de 160 anos. Só a partir de 1960 , quando aperfeiçoamentos técnicos afastaram o risco de incêndio, retornou-se ao uso do ar quente nos balões, por isso, voar neles tornou-se um passeio divertido e seguro.

A Utilização dos Primeiros Balões

Desde muito tempo, descobriu-se que os balões poderiam prestar bons serviços à espionagem nas guerras. Napoleão Bonaparte usava-os para observar as movimentações na retaguarda do inimigo e estudar o terreno da batalha; para tanto, criou o primeiro Corpo Militar de Balões. Durante a Guerra Civil Americana (1867 - 69), ambos os lados utilizaram balões ancorados, como postos de observação. Também, na Guerra do Paraguai, o Brasil aproveitou os balões para observação militar.

Os balões foram também o berço de outras atividades mais nobres do que as guerras. O fotógrafo Félix Nadar, em 1858, tirou a primeira fotografia aérea da cidade de Paris, onde tudo havia começado. A partir daquele negativo, nascia a aerofotografia. Dos balões, geógrafos, zoólogos, meteriologistas e exploradores mapearam o mundo. Os balões acelerariam as comunicações e formariam o embrião do Correio Aéreo. Antes das mensagens rápidas entrarem no nosso cotidiano, e por causa delas, um francês e um norte-americano quase morreram no Canal da Mancha. Em 1785, após a experiência vitoriosa dos irmãos Montgolfier, Jean-Pierre Blachard, com vários balões já fabricados, tencionava realizar a travessia do Canal da Mancha, levando uma mensagem da França para Inglaterra. Juntamente com um patrocinador norte-americano embarcou para a temerária viagem; quase no final, o balão começou a perder altitude. Desesperados, ambos se livraram de quase todas as roupas e demais acessórios, inclusive do desprezível peso da primeira carta aérea. Assim, os dois fizeram a travessia inaugural, chegando sãos e salvos, mas quase nus. A mensagem ficou no mar, mas o correio aéreo se tornara realidade.

Como se vê, os balões foram usados para diversos fins. O capitão do exército americano Hawthorme C. Gray, durante estudos da atmosfera, em 1927, chegou a 12.740 m, mas em seu segundo vôo, infelizmente aterrizou morto. Na sétima corrida Gordon Bennet, em 1912, um balão cobriu 2.190 km, voando de Stutgart, na Alemanha, até próximo a Moscou, na Rússia.O explorador polar Amundsen, depois de conquistar o Pólo Sul, esteve na primeira travessia do Pólo Norte, em 1926. Dois anos depois, entusiasmado com a experiência, repetiu pela última vez a viagem, pois foi vítima de um acidente de aterrissagem. Por isso, os balões modernos possuem pára-quedas interno que, quando acionado, abre um tampão no alto, por onde o ar quente escapa; assim o balão perde altura com relativa lentidão e a aterrissagem se faz com mínimo impacto

História do Balonismo


A primeira tentativa de vôo com um balão a ar quente no Brasil envolveu o padre brasileiro Bartolomeu de Gusmão, em 1709.
Ele foi até a corte e diante do rei D. João V apresentou sua passarola. Após duas tentativas, o balão teria conseguido subir quatro metros e sido destruído por dois guardas, receosos de que o padre voador provocasse um incêndio no palácio.

O experimento de Bartolomeu de Gusmão ficaria para a história como o primeiro vôo promovido pela engenharia humana. O primeiro balão teria sido desenvolvido pelos irmãos Montgolfier, que no dia cinco de junho de 1783, na França, fizeram subir a primeira aeronave a ar quente.

Os irmãos Montgolfier e Jean Pilatre de Rozier, em 21 de novembro de 1783, teriam sido os primeiros balonistas da história, usando pela primeira vez hidrogênio no lugar de ar quente. O primeiro vôo de balão no Brasil data de 1885, quando Edouard Heilt subiu por alguns segundos no Saco dos Alferes, no Rio de Janeiro.

O brasileiro Augusto Severo de Albuquerque pilotou o balão Bartolomeu de Gusmão sobre o Realengo, no Rio de Janeiro, em 1894. Em 1902, ele chegou a 400 metros de altitude com seu balão Pax. Os balões voltaram em 1960 com evoluções técnicas que afastavam os riscos de incêndios. Voar de balão passou a ser um passeio seguro.Em 20 de outubro de 1970, no estádio Fonte Luminosa, em Araraquara (SP), o comendador Victório Truffi, piloto brasileiro, fez seu primeiro vôo de balão.
Parou de voar em 1985 e passou a ensinar pilotagem em Cotia (SP). Em julho de 1987, em Casa Branca (SP), foi realizado o 1° Encontro Brasileiro de Balonismo e em 19 de dezembro de 1987 fundada a ABB - Associação Brasileira de Balonismo, com sede em São Paulo.

O balonismo existe há mais de 2 mil anos. Sabe-se, no entanto, que a primeira demonstração de um objeto voador foi feita pelo brasileiro Padre Bartholomeu de Gusmão, que em 1709 com apenas 23 anos, demonstrou ao Rei João V de Portugal um balão que subiu cerca de 4 metros mas se incendiou.
O excesso de otimismo com que o artefato foi apresentado infelizmente levou Padre Batholomeu ao descrédito e, somente em 4 de junho de 1783 ocorreu o verdadeiro nascimento das atividades aéreas com o vôo do balão dos irmãos franceses, Joseph e Etienne Montgolfier, que chegou a atingir cerca de 2.000m de altura. Neste mesmo ano também se realizou o primeiro vôo tripulado e o lançamento do balão de gás (hidrogênio). A partir daí, por mais de um século o balonismo evoluiu como a única atividade aérea, trazendo em seu desenvolvimento lógico também os dirigíveis.
Há registro de que o primeiro vôo de balão no Brasil teria sido feito por dois americanos, J. e E. Allen em 1867.

Alguns brasileiros se sobressaíram no desenvolvimento do Balonismo, como Júlio César Ribeiro de Souza em 1881 com a patente de um balão dirigível (o "Victória"), Augusto Severo de Albuquerque Maranhão em 1893 com o "Bartholomeu de Gusmão" e finalmente, Alberto Santos Dumont com sua série de dirigíveis que acabaram resultando no vôo do mais pesado que o ar.

As atividades aerodesportivas começaram com a corrida "Gordon Bennet" de balões de hidrogênio em Paris, no dia 30 de setembro de 1906. Santos Dumont participou com mais quinze competidores, mas infelizmente abandonou a prova por problemas técnicos.

Do ponto de vista esportivo, apenas a renovação do balão de ar quente trouxe um desenvolvimento real, tendo o primeiro campeonato de balonismo ocorrido em 1963 e o primeiro campeonato mundial em 1973. A partir daí o crescimento do balonismo foi geométrico. O Brasil, que fora pioneiro com Bartholomeu de Gusmão, teve seu renascimento com Victorio Truffi. Realizando um sonho de criança e com ajuda do amigo Bob Rechs, Truffi construiu um balão e voou em Araraquara, SP, no dia 25 de outubro de 1970. Este foi o primeiro vôo na América do Sul de um balão de ar quente moderno.
Em julho de 1986, com a realização do Primeiro Encontro Brasileiro de Balonismo em Casa Branca, SP, iniciou-se a organização da atividade no país, levando à fundação da Associação Brasileira de Balonismo em dezembro do mesmo ano. Atualmente existem cerca de 60 balonistas no Brasil, a maioria deles em São Paulo.


HISTÓRIA DO BALÃO DE AR QUENTE


Desde os primórdios dos tempos históricos, o homem vem tentando dominar a arte de voar. Alguns com a idéia de poder ser livres como os pássaros, outros para se aproximarem dos deuses e de muitas outras idéias. Mas o fato é que tinham uma mesma meta: voar.

Existem muitas lendas e histórias a respeito de homens e máquinas voadores, porém só temos provas concretas da descoberta de uma máquina de voar feita há quase 300 anos.

A lenda de Dedalus e Ícarus, que fabricaram asas como de passarinhos e voaram sobre o Mar Egeu, mostra perfeitamente a fantasia da época. Sabemos hoje que isso seria impossível, já que não teriam força para movimentar as asas. Os homens deveriam ter se baseado, não nos pássaros, mas sim nas nuvens!
Alguns documentos dizem que na dinastia de Yin (séc. XXI A.C) existiam balões, possivelmente a fumaça, para levar pessoas. Supõe-se que eles eram usados nas guerras.


Acredita-se que outro povo a ter construído os primeiros balões foram os índios Nazca, peruanos pré-incaicos, há mais de 2000 anos. Os fatos que levam a essa crença baseiam-se em um trabalho em barro onde há o desenho de um balão, além dos famosos desenhos no planalto de Nazca, onde em 1975 foi comprovado pela Associação Internacional de Exploradores que seria possível construir um balão com o material da época. Eles inclusive chegaram a fazer um vôo com um balão feito com esse material, pilotado por Julian Nott, com a ajuda de Jim Woodman.
Outras descobertas contribuíram com o principio do balonismo, assim como de Archimedes (200 A.C), ao mostrar que o volume de um corpo mergulhado num líquido é igual ao volume líquido removido. Muitos anos depois, Galileu prova que o ar tem uma densidade de peso. Neste meio tempo, Roger Bacon (séc. XIII) desenvolveu uma teoria sobre balões cheios de ar etéreo (aetherial air).


O escritor francês Cyrano de Bergerac, ativo durante as pesquisas de Galileu, faz com seus heróis cheguem ao Sol e à Lua segurando balões cheios de vapor que, ao se aproximarem do Sol, ficariam mais leves.

Outras idéias vieram de outros inventores, como Lara – Terzi, que chegou a publicar a teoria de que um banco de madeira poderia ser levado por quatro esferas com vácuo. Porém somente em 1709, com o padre brasileiro Bartolomeu Lourenço de Gusmão, é que finalmente o homem moderno dá seu primeiro passo em direção aos céus.

Bartolomeu mostrou a Dom João V de Portugal seu balão a ar quente, provavelmente feito de papel, com algum material em chama na parte inferior, que só se ergueu aproximadamente a um metro do solo, e aparentemente se incendiou. Como a patente pedida por Bartolomeu era de que o balão serviria para viagens, transporte, correção de mapas, apoio em guerras, etc ..., o resultado pouco convincente fez com que Dom João V não se animasse muito, deixando o padre desmoralizado.


História do Balonismo
A história do balonismo está diretamente ligada à vontade do homem de conquistar o céu. E esse desejo não é novo. A primeira experiência que se tem notícia é do século XVII, quando o Padre Bartolomeu de Gusmão teria promovido o primeiro vôo. Mas sem nenhum passageiro.

Na verdade a grande descoberta do padre foi o fato de provar que algo mais pesado que o ar poderia planar.

Quem botou a idéia em prática foram os dois irmãos franceses, Etiene e Joseph Montgofier, que em 1783, realizaram o primeiro teste com um balão tripulado. O vôo foi um sucesso e visto por quase toda a população de Paris da época.

O primeiro vôo de balão tripulado no Brasil só foi acontecer no ano de 1885, quando Edouard Heilt sobrevoou por alguns segundos o Saco dos Alferes, no Rio de Janeiro.

Por volta da década de 60 os vôos de balão passaram a ser mais seguros e o número de adeptos aumentou bastante. Atualmente existem campeonatos de balonismo por todo o mundo.

No Brasil, em 1987 foi fundada a Associação Brasileira de Balonismo (ABB), entidade máxima do esporte no Brasil.

História do Balonismo


Não penses que o voo em balão é algo dos nossos dias, bem pelo contrário. Pode-se recuar até 1709 , data em que o padre Bartolomeu de Gusmão conseguiu em Lisboa, que o seu balão ou "passarola", se elevasse a quatro metros de altura. Ele foi até a corte e diante do rei D. João V apresentou a sua passarola, que foi destruída por dois guardas, receosos de que o padre voador provocasse um incêndio no palácio. O experimento de Bartolomeu de Gusmão ficaria para a história como o primeiro vôo promovido pela engenharia humana.
Antes dele a teoria mais aceite é a de que os índios Nazca do Peru teriam feito um balão com fibras vegetais existentes naquela região, e que teriam sobrevoado o deserto de Nazca. As provas desse feito estão em peças de cerâmica datadas do ano 500 que estão hoje em um Museu na cidade de Lima.

É no entanto geralmente aceite que o primeiro voo efectivo em balão foi o realizado pelos irmãos Montgolfier, ao fazerem subir o engenho a500 metros de altura em 1783 . Este balão levou a bordo alguns animais que retornaram ao solo em perfeitas condições, tendo este feito sido assistido pelo rei Luis XVI e por toda a população parisiense da época.
No mesmo ano, o professor J.A.Charles voava por duas horas e meia a uma altura de mais de 250 metros, por cerca de 40 km, um balão de gás hidrogénio.

Em 1785 um balão atravessava o Canal da Mancha com um francês e um americano a bordo. Oito anos depois o francês Jean Pierre Blanchard vôou pela primeira vez de balão em território americano. Foi na Filadélfia na presença de George Washington.
Em 1884 , o parisiense Júlio Cezar Ribeiro de Souza patenteou em Paris o dirigível Victória que voou contra o vento e em linha reta.
Em 1893 Augusto Severo de Albuquerque Maranhão construiu em Paris um dirigível com o nome de "Bartholomeu de Gusmão".
Finalmente, veio o Santos Dumont, que com seu aprendizado de construção de aeronaves fez vários dirigíveis, até que acabou de construir uma aeronave mais pesada que o ar. A construção por Dumont de um balão de 186 metros quadrados com hélice serviu de base para o famoso 14 BIS.
Foi em 1953 que o americano Ed Yost inventou o moderno balão movido a ar quente. Neste ano construiu um balão 230 metros cúbicos que voasse com o auxílio de um maçarico.
O primeiro vôo livre foi realizado em 1960 com um balão de 800 metros cúbicos cujo ar era aquecido pelo fogo alimentado pelo gás propano. A partir daí começa o balonismo como desporto.
O Canal da Mancha foi atravessado pela primeira vez com um balão a ar quente em 1963 . Com a introdução do balão na Europa, no mesmo ano é realizado o primeiro campeonato de balonismo.
A partir de 1973 , com a realização do primeiro campeonato mundial, o balonismo volta a crescer em todo o planeta. Actualmente, existem no mundo cerca de 15.000 balões. Onze mil estão nos Estados Unidos da América, 1.200 na França, 1500 na Inglaterra e o restante espalhado pelo mundo.

É bastante difícil precisar exatamente como começa o balonismo no mundo, as versões mais aceitas baseadas em fragmentos da história colhidos em várias partes do mundo nos fazem crer que possivelmente tenham sido os Nazcas do Peru os primeiros homens a construir e voar num balão a mais de 1500 anos.

No museu de Lima – Peru existe um vaso datado dessa época que tem desenhos de um balão com dois homens voando dentro de um cesto com forma aproximada de um barco de Totóra (espécie de vime).
Já no principio do século XVII o estudioso Bartholomeu Lourenço de Gusmão nascido em Santos, apresentou a corte portuguesa de D. João V, um invento, que era um pequeno balão de papel, fruto de suas pesquisas. Na época, numa Corte sem tradição cientifica e sem uma avaliação mais precisa do que poderia representar tal invento, ele permaneceu desconhecido sendo publicada apenas uma gravura distorcida "a passarola" que obviamente tratava a demonstração jocosamente.


A passarola


Em 19/09/1783 os irmãos Montgolfier, Joseph e Etienne na praça principal de Annonay – França fizeram voar um balão de papel levando a bordo 3 animais que retornaram com vida ao solo. Dois meses depois no dia 21/11/1783 Pilatre de Rozier e o Marques D' Arlandes fizeram um vôo no balão dos irmãos Montgolfier com muito sucesso.

Curiosamente o mesmo Pilatre de Rozier que fez esse primeiro vôo na França, também foi a primeira vitima de um acidente aéreo em 15/06/1785, quando tentava fazer a travessia do Canal da Mancha em um balão mixto de hidrogênio e ar quente.
Imediatamente após essa época os homens começaram a se interessar por balões de gás, dirigíveis e finalmente os aviões e o balão de ar quente ficou esquecido por longo tempo.

Em 1960 os Estados Unidos pretendendo uma maneira mais econômica de treinarem os seus Marines retomam o projeto dos balões de ar quente e em 22/10/1960 em Bruning-Nebrasca o homem volta a voar num balão desenhado e construído por Ed Yost. O projeto revelou-se inviável para o treinamento que se propunha mas a iniciativa resultou no balonismo atual difundido por todo o mundo.
Em 1974 Julian Nott e Jim Woodman foram ao Peru e com os materiais que existiam na época dos Nazcas (20 AC a 600 DC) construiram um balão baseados nos desenhos encontrados no vaso e efetivamente voaram sobre o deserto, comprovando assim cientificamente a possibilidade dos Nazcas terem sido os primeiros homens a voar.

Réplica de um balão em pleno vôo

Julian Nott e Jim Woodman
No Brasil de hoje:
O primeiro vôo de balão de ar quente no Brasil já nesta fase, se dá em 1970 em Araraquara Victorio Truffi, realiza um vôo de Balão e este foi o primeiro impulso ao aparecimento de balonistas no País que em 1987 acabaram por se juntar e organizar a ABB- Associação Brasileira de Balonismo e começarmos a organizar os Campeonatos Brasileiros de Balonismo em várias cidades e estados brasileiros.

Hoje passado vinte anos da fundação da primeira organização efetivamente voltada ao balonismo no Brasil vemos os frutos dessa organização com a criação de várias Federações Estaduais e da Confederação Brasileira de Balonismo, um passo a mais para o futuro deste esporte no País.
História do Balonismo
A primeira tentativa de vôo com um balão a ar quente no Brasil envolveu o padre brasileiro Bartolomeu de Gusmão, em 1709. Ele foi até a corte e diante do rei D. João V apresentou sua passarola. Após duas tentativas, o balão teria conseguido subir quatro metros e sido destruído por dois guardas, receosos de que o padre voador provocasse um incêndio no palácio. O experimento de Bartolomeu de Gusmão ficaria para a história como o primeiro vôo promovido pela engenharia humana.
O primeiro balão teria sido desenvolvido pelos irmãos Montgolfier, que no dia cinco de junho de 1783, na França, fizeram subir a primeira aeronave a ar quente. Os irmãos Montgolfier e Jean Pilatre de Rozier, em 21 de novembro de 1783, teriam sido os primeiros balonistas da história, usando pela primeira vez hidrogênio no lugar de ar quente.
O primeiro vôo de balão no Brasil data de 1885, quando Edouard Heilt subiu por alguns segundos no Saco dos Alferes, no Rio de Janeiro.
O brasileiro Augusto Severo de Albuquerque pilotou o balão Bartolomeu de Gusmão sobre o Realengo, no Rio de Janeiro, em 1894. Em 1902, ele chegou a 400 metros de altitude com seu balão Pax.
Os balões voltaram em 1960 com evoluções técnicas que afastavam os riscos de incêndios. Voar de balão passou a ser um passeio seguro.
Em 20 de outubro de 1970, no estádio Fonte Luminosa, em Araraquara (SP), o comendador Victório Truffi, piloto brasileiro, fez seu primeiro vôo de balão. Parou de voar em 1985 e passou a ensinar pilotagem em Cotia (SP).
Em julho de 1987, em Casa Branca (SP), foi realizado o 1° Encontro Brasileiro de Balonismo e em 19 de dezembro de 1987 fundada a ABB - Associação Brasileira de Balonismo, com sede em São Paulo.

História do Balonismo
História do balão e dirigível
Aeronaves mais leves que o ar, chamados também de aeróstatos. Elevam-se e permanecem no ar devido à leveza específica do gás com o qual são inflados. Inicialmente, foi usada a fumaça para encher os balões. Mais tarde, passou a ser utilizado o hidrogênio. A partir de 1921, o hélio, embora mais pesado, substituiu quase totalmente o hidrogênio. Oferecendo maior segurança, pois não é inflamável.

Os primeiros balões tinham forma aproximadamente esférica. Posteriormente construíram-se balões fusiformes, o que muito facilitou o aparecimento dos dirigíveis. Estes podem ser de três tipos: não-rígidos, semi-rígidos e rígidos (zepelins).

Três brasileiros estão intimamente ligados à história dessas aeronaves. Primeiro, Bartolomeu Lourenço de Gusmão, idealizador e criador do aeróstato, em 1709. Segundo, Augusto Severo de Albuquerque Maranhão, introdutor do dirigível semi-rígido. Sua primeira aeronave recebeu o nome "Bartolomeu de Gusmão" e foi experimentada a 14 de fevereiro de 1894 em Realengo, Rio de Janeiro. Em 1902, ele chegou a 400 metros de altitude com seu balão"Pax". Augusto Severo morreu a 12 de maio do mesmo ano, em Paris, ao incendiar-se o seu dirigível. O terceiro e grande nome é o de Santos Dumont que, em 1901, resolveu definitivamente o problema da dirigibilidade dos balões.

Utilizando o mesmo princípio idealizado por Bartolomeu de Gusmão, o francês Joseph Michel e seu irmão Jacques Etienne Montgolfier construíram o primeiro balão que obteve resultados práticos. Em 5 de junho de 1783, em Annonay, França, encheram com fumaça de fogueiras de palha um balão de linho, com 32 m de circunferência, que se elevou a uma altura de cerca de 300 m, caindo dez minutos depois, à distância de 3 km. Joseph Montgolfier repetiu sua experiência em 19 de setembro de 1783, perante o rei da França.

Em fins de agosto de 1793, os irmãos Robert, sob a orientação do físico James A. Charles, subiram a 915 metros e permaneceram no ar quase 45 minutos, num balão cheio de hidrogênio, no qual percorreram 24 km.

Os primeiros homens a subir num balão, foram Jean Pilatre de Rozier e o Marquês D'Arlandes, ambos da corte de Luís XVI.

Entre muitos que deixaram seus nomes na história, citaremos ainda: John Jeffries e Francis Blanchard, que atravessaram o Canal da Mancha num balão, em 1785; Monck Mason e Charles Green que percorreram cerca de 800 km, de Londres a Weilburg, Alemanha; e o Visconde Henri de Vaux, que viajou de Paris a Kostichiev, na Rússia, cobrindo cerca de 1.900 km.

Contudo, continuava sem solução o problema da dirigibilidade dos balões. Em 1851, Henri Giffard construiu um balão fusiforme e adaptou-lhe um motor de 3 c.v., abrindo o caminho para a solução do problema. Em 24 de setembro de 1852, conseguiu realizar um vôo mais ou menos dirigido.

Somente a adaptação de motores a gasolina aos balões, graças ao gênio inventivo e criador de Santos Dumont, possibilitou o aparecimento dos verdadeiros dirigíveis.

Centenas de dirigíveis foram construídos de 1900 até o final de I Guerra Mundial, destacando-se os do tipo rígido, lançado pelo Conde Zeppelin, na Alemanha, nome que passou a indicar qualquer dirigível desse tipo. O primeiro zepelim tinha 128 m de comprimento, 12 m de diâmetro e admitia um volume de hidrogênio de 11,3 milhões de litros. Os passageiros, a tripulação e o motor iam em duas gôndolas de alumínio, suspensas na frente e atrás.

Em 1926, reiniciou-se a construção de zepelins na Alemanha. Sob a direção do Dr. H. Eckener, foi construído, em 1928, o "Graf Zeppelin", que visitou quase todos os países do mundo. Em 1936, foi lançado o "Hindenburg", maior que o anterior, com 245 m de comprimento e 41 m de diâmetro, podendo carregar um peso total de 235 toneladas, levava 50 passageiros e 60 tripulantes, além de bagagem, carga de correio, e combustível para os motores. Mas no ano seguinte, um incêndio o destruiu, quando tentava a amarração à torre do aeroporto de Lakehurst, N. Jersey, E.U.A.

A partir daí, decresceu o entusiasmo pelos dirigíveis. Hoje em dia, não tem mais nenhuma aplicação prática. Os balões esféricos, no entanto, continuam a ser largamente empregados, principalmente para pesquisas científicas e meteorológicas.

Nos balões de ar quente, muito utilizados ainda, o ar é aquecido com um pequeno queimador de gás. Estes tipos de balões são vistos no céu durante o verão, quando a visibilidade é melhor e o vôo tranqüilo, e é quando costumam ser promovidas as competições
A idéia básica por trás dos balões de ar quente já existe há muito tempo. Arquimedes, um dos maiores matemáticos da Grécia Antiga, descobriu o princípio da flutuabilidade há mais de 2 mil anos atrás, e pode ter concebido que as máquinas voadoras eram suspensas pela força. No século XIII, o cientista inglês Roger Bacon e o filósofo alemão Albertus Magnus pretendiam, hipoteticamente, voar em máquinas baseados nesse princípio.
Balões ao vento

Então, como é pilotar um balão de ar quente? É uma experiência extraordinariamente serena e pacífica. Como o balão move-se com o vento, você não sente nenhuma brisa. Sem os ventos movimentando-se, você normalmente nem associa com as altitudes altas, a experiência de voar parece muito segura e calma - você simplesmente levanta do chão e move-se com o ar na atmosfera!
Mas nada saiu realmente do solo até o verão de 1783, quando os irmãos Montgolfier mandaram uma ovelha, um pato e uma galinha em um vôo de 8 minutos sobre a França. Os dois irmãos, Joseph e Etienne, trabalhavam para a prestigiada empresa de papel de sua família. Como um projeto paralelo, eles começaram a fazer experimentos com embarcações de papel elevadas por ar quente. Durante dois anos, eles desenvolveram um balão de ar quente com desenho muito parecido aos de hoje. Mas ao invés de usar propano, eles impulsionaram o modelo deles queimando palha, esterco e outro material colocado no fosso de fogo.
A ovelha, o pato e a galinha foram os primeiros passageiros do balão em 19 de setembro de 1783, e os Montgolfiers os primeiros a demonstrar vôo para o Rei Luiz XVI. Eles entregaram ao rei algumas garantias de que os humanos podem respirar na atmosfera elevada. Dois meses depois, o Marquês Francois d'Arlandes, um major da infantaria, e Pilatre de Rozier, um professor de física, foram os primeiros humanos a voar.
Outros balões de ar foram desenhados seguidos de ambiciosos vôos, mas em 1800, o balão de ar quente foi em grande parte ofuscado pelo balão a gás. Um fator desta redução de popularidade foi a morte de Pilatre de Rozier em uma tentativa de voar sobre um Canal Inglês. O novo balão que ele construiu incluía um pequeno balão de hidrogênio junto com o envelope do balão de ar quente. O fogo acendeu o hidrogênio no começo do vôo, e o balão inteiro pegou fogo.

Mas o principal motivo dos balões de ar quente serem substituídos pelo balão a gás dirigível foi um superior número de desenhos e formas - principalmente porque eles têm mais autonomia de vôo, possibilitando manobras.
Outro tipo popular foi o balão de fumaça. Este balão era erguido por uma chama no solo, e não tinha qualquer fonte de calor fixada a ele. Ele simplesmente subia rapidamente, e então baixava de volta ao solo. Ele foi usado principalmente como uma atração em feiras viajando nos Estados Unidos, no final do século XIX e começo do século XX. Um balonista colocava um pára-quedas e se prendia à lona do balão. Então, vários assistentes seguraram o balão sobre um fosso com fogo, fazendo o ar muito quente, e aumentando ainda mais a força ascendente. Quando a força fosse suficientemente grande - e se o balão não tivesse pegado fogo - os assistentes soltaram e o balonista era lançado ao ar. Quando o balão chegasse a um ponto elevado, o balonista saltava de pára-quedas ao solo.

Desde a década de 60, do século XX, os tradicionais balões de ar quente têm experimentado um renascimento, em parte devido a um homem chamado Ed Yost e sua empresa, a Raven Industries. Yost e seus sócios fundaram as Indústrias Raven em 1956 e desenharam e construíram balões de ar quente para o Escritório Naval de Pesquisas Navais dos Estados Unidos (ONR). A ONR procurou os balões pelo fácil transporte de pequenas cargas. Yost e sua equipe tomaram o conceito básico do balão dos irmãos Montgolfier e ampliaram, adicionando o sistema de queimador de propano, novo material do envelope, um novo sistema de inflagem, e muitos equipamentos de segurança importantes.
Eles também surgiram com a moderna forma de estilo de envelope lâmpada. Yost primeiro desenhou um grande balão esférico. Este balão funcionou bem, mas teve um padrão de inflagem estranho: quando o ar era aquecido, o topo do balão enchia em cima, mas a parte de baixo ficava menos inflada. Por eficiência, Yost somente se livrou do tecido extra do fundo, desenvolvendo a forma de balão "natural" que nós vemos hoje.
No começo dos anos 60, no século passado, a ONR perdeu o interesse em balões de ar quente, então Yost começou a vender seus balões como equipamento de esporte. Outras companhias logo surgiram, à medida que mais e mais pessoas envolviam-se em baloagem. Com o passar dos anos, desenhistas continuaram a modificar os balões de ar, adicionando novas características e materiais de segurança, assim como desenvolvendo formas de envelope criativas. Alguns fabricantes também aumentaram o tamanho da cesta e a capacidade de carga, construindo balões que comportam até 20 passageiros.
Mas o desenho básico ainda é a versão modificada de Yost do conceito original dos irmãos Montgolfier. Esta extraordinária tecnologia tem fascinado pessoas por todo o mundo. Passeios de balão são um negócio multimilionário, e corridas de balão e outros eventos continuam a atrair multidões de espectadores e participantes. Tornou-se até chique (entre os bilionários) construir balões de alta tecnologia para viagens em volta do mundo. Isto realmente explica muito o porquê dos balões de ar quente serem ainda tão populares, mesmo na era dos aviões a jato, helicópteros e ônibus espaciais!
História do Balonismo
História do balão e dirigível
Aeronaves mais leves que o ar, chamados também de aeróstatos. Elevam-se e permanecem no ar devido à leveza específica do gás com o qual são inflados. Inicialmente, foi usada a fumaça para encher os balões. Mais tarde, passou a ser utilizado o hidrogênio. A partir de 1921, o hélio, embora mais pesado, substituiu quase totalmente o hidrogênio. Oferecendo maior segurança, pois não é inflamável.

Os primeiros balões tinham forma aproximadamente esférica. Posteriormente construíram-se balões fusiformes, o que muito facilitou o aparecimento dos dirigíveis. Estes podem ser de três tipos: não-rígidos, semi-rígidos e rígidos (zepelins).

Três brasileiros estão intimamente ligados à história dessas aeronaves. Primeiro, Bartolomeu Lourenço de Gusmão, idealizador e criador do aeróstato, em 1709. Segundo, Augusto Severo de Albuquerque Maranhão, introdutor do dirigível semi-rígido. Sua primeira aeronave recebeu o nome "Bartolomeu de Gusmão" e foi experimentada a 14 de fevereiro de 1894 em Realengo, Rio de Janeiro. Em 1902, ele chegou a 400 metros de altitude com seu balão"Pax". Augusto Severo morreu a 12 de maio do mesmo ano, em Paris, ao incendiar-se o seu dirigível. O terceiro e grande nome é o de Santos Dumont que, em 1901, resolveu definitivamente o problema da dirigibilidade dos balões.

Utilizando o mesmo princípio idealizado por Bartolomeu de Gusmão, o francês Joseph Michel e seu irmão Jacques Etienne Montgolfier construíram o primeiro balão que obteve resultados práticos. Em 5 de junho de 1783, em Annonay, França, encheram com fumaça de fogueiras de palha um balão de linho, com 32 m de circunferência, que se elevou a uma altura de cerca de 300 m, caindo dez minutos depois, à distância de 3 km. Joseph Montgolfier repetiu sua experiência em 19 de setembro de 1783, perante o rei da França.

Em fins de agosto de 1793, os irmãos Robert, sob a orientação do físico James A. Charles, subiram a 915 metros e permaneceram no ar quase 45 minutos, num balão cheio de hidrogênio, no qual percorreram 24 km.

Os primeiros homens a subir num balão, foram Jean Pilatre de Rozier e o Marquês D'Arlandes, ambos da corte de Luís XVI.

Entre muitos que deixaram seus nomes na história, citaremos ainda: John Jeffries e Francis Blanchard, que atravessaram o Canal da Mancha num balão, em 1785; Monck Mason e Charles Green que percorreram cerca de 800 km, de Londres a Weilburg, Alemanha; e o Visconde Henri de Vaux, que viajou de Paris a Kostichiev, na Rússia, cobrindo cerca de 1.900 km.

Contudo, continuava sem solução o problema da dirigibilidade dos balões. Em 1851, Henri Giffard construiu um balão fusiforme e adaptou-lhe um motor de 3 c.v., abrindo o caminho para a solução do problema. Em 24 de setembro de 1852, conseguiu realizar um vôo mais ou menos dirigido.

Somente a adaptação de motores a gasolina aos balões, graças ao gênio inventivo e criador de Santos Dumont, possibilitou o aparecimento dos verdadeiros dirigíveis.

Centenas de dirigíveis foram construídos de 1900 até o final de I Guerra Mundial, destacando-se os do tipo rígido, lançado pelo Conde Zeppelin, na Alemanha, nome que passou a indicar qualquer dirigível desse tipo. O primeiro zepelim tinha 128 m de comprimento, 12 m de diâmetro e admitia um volume de hidrogênio de 11,3 milhões de litros. Os passageiros, a tripulação e o motor iam em duas gôndolas de alumínio, suspensas na frente e atrás.

Em 1926, reiniciou-se a construção de zepelins na Alemanha. Sob a direção do Dr. H. Eckener, foi construído, em 1928, o "Graf Zeppelin", que visitou quase todos os países do mundo. Em 1936, foi lançado o "Hindenburg", maior que o anterior, com 245 m de comprimento e 41 m de diâmetro, podendo carregar um peso total de 235 toneladas, levava 50 passageiros e 60 tripulantes, além de bagagem, carga de correio, e combustível para os motores. Mas no ano seguinte, um incêndio o destruiu, quando tentava a amarração à torre do aeroporto de Lakehurst, N. Jersey, E.U.A.

A partir daí, decresceu o entusiasmo pelos dirigíveis. Hoje em dia, não tem mais nenhuma aplicação prática. Os balões esféricos, no entanto, continuam a ser largamente empregados, principalmente para pesquisas científicas e meteorológicas.

Nos balões de ar quente, muito utilizados ainda, o ar é aquecido com um pequeno queimador de gás. Estes tipos de balões são vistos no céu durante o verão, quando a visibilidade é melhor e o vôo tranqüilo, e é quando costumam ser promovidas as competições

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